Onde a empresa perde tempo, margem e controle?
Capacidade real, acervo, faixas de valor, órgãos relevantes, carteira atual, avançar ou recusar informal, riscos recorrentes e gargalos de evidência.
Entrada
Mapeie onde a frente pública perde tempo, margem e controle.
Mapeamento da capacidade da empresa, mercado, acervo, carteira de oportunidades, processo decisório, riscos e gargalos. Termina com um plano executivo de 90 dias.
Resultado: Prioridades claras e backlog de implantação.
Diagnóstico da operação de licitações e contratos públicos. Quem deve participar: direção e liderança da frente B2G. Duração típica da conversa inicial: 30 a 45 min (enquadramento).
O que é investigado
Capacidade real, acervo, faixas de valor, órgãos relevantes, carteira atual, avançar ou recusar informal, riscos recorrentes e gargalos de evidência.
Documentos
Entrevistas
Mapa de maturidade
Existe critério escrito ou só urgência?
Premissas e responsáveis ficam registrados?
Orçamento conversa com engenharia e contrato?
Há sistema contemporâneo de registros?
Comercial, obra, financeiro e jurídico se falam a tempo?
Resultado volta para a próxima decisão?
Entregas
Prioridades, backlog de implantação e recomendação de formato: pontual, Bid Room ou Diretoria B2G.
CONFENGE
Cliente
Para quem é
Quando não contratar
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Próximo passo
Uma conversa de enquadramento define escopo, documentos e prazo do diagnóstico.
Limite de escopo
Se o problema é um único contrato ou um único pleito bem delimitado, o serviço específico (aditivo, reequilíbrio, medição) costuma ser o caminho. O 360° faz sentido quando a carteira inteira perde margem por rotina frágil de gestão B2G.
Operação B2G
Se vários contratos públicos perdem margem por rotina frágil de gestão, o Diagnóstico B2G 360° mapeia onde o risco se concentra antes de abrir pleitos pontuais sem prioridade.