SINAPI desonerado ou não desonerado: qual tabela usar na licitação?
Este guia mostra como relacionar regime da empresa, encargos e coerência da proposta. O foco é reduzir um risco concreto: orçamento comparado com base inadequada.
Preço defendável e margem verificável
BDI, deságio, exequibilidade, SINAPI, SICRO, composições próprias, cotações e data-base tratados como sistema econômico, não como preenchimento mecânico de planilha.

Objetivo
A CONFENGE integra leitura de engenharia, contrato, orçamento, cronograma e registros para que a empresa não dependa de interpretações soltas. A entrega deve permitir decisão: o que aconteceu, qual é a posição da empresa, quanto está em jogo e qual ação faz sentido agora.
6 guias públicos neste tema
Engenharia, contrato e impacto econômico no mesmo enquadramento.
Base documental
Riscos de abordagem
Biblioteca especializada
Os conteúdos percorrem as perguntas mais urgentes e os fundamentos complementares. Cada página conecta uma dúvida específica à documentação, aos riscos e à decisão correspondente.
Este guia mostra como relacionar regime da empresa, encargos e coerência da proposta. O foco é reduzir um risco concreto: orçamento comparado com base inadequada.
Este guia examina natureza da obra, prioridade da referência e ajustes locais. O foco é reduzir um risco concreto: preço de referência incompatível com o serviço.
Este guia mostra como mapear logística, distância, equipamentos, canteiro e forma de pagamento. O foco é reduzir um risco concreto: custos iniciais drenando capital de giro.
Este guia examina critérios, medição proporcional, prorrogação e risco de duplicidade. O foco é reduzir um risco concreto: equipe de gestão sem remuneração adequada.
Este guia mostra como conectar orçamento estimado, proposta, índice, aniversário e cronograma. O foco é reduzir um risco concreto: meses de inflação não recuperados.
Este guia examina fornecimento relevante, mera intermediação, logística e riscos. O foco é reduzir um risco concreto: preço rejeitado ou margem distorcida em equipamentos.
Antes de imobilizar a equipe, confronte edital, composições, data-base, quantitativos, cronograma e risco de execução.
Antes do contato
Uma primeira conversa não exige dossiê perfeito. Comece pelo documento que gerou a decisão ou o impasse.
Quando a decisão pode alterar margem, prazo, recebimento, exposição a sanção ou continuidade da obra e a equipe precisa transformar documentos dispersos em uma posição verificável.
Sim. A atuação é nacional e pode ser conduzida por reuniões, organização do repositório documental, análise técnica, memórias de cálculo e alinhamentos com direção, engenharia e jurídico.
Não. A consultoria estrutura a base técnica, contratual e econômica do caso para que engenharia, direção e jurídico decidam com mais segurança.
Inteligência de dados
Antes de precificar ou aceitar deságio, cruze o problema do edital com evidência pública e o enquadramento técnico CONFENGE.
Próximo passo
Apresente o cenário, o prazo e os documentos disponíveis. A primeira análise serve para definir o problema e o formato de apoio adequado.
Quando a decisão de participar pode consumir margem estrutural: planilha inconsistente, data-base dúbia, BDI desalinhado, SINAPI/SICRO misturados ou deságio extremo sem memória.
Se o edital é trivial, a equipe interna já tem memória de cálculo auditável e o valor em jogo não justifica o custo da análise. Nestes casos, um checklist interno basta.
Leitura crítica do edital e planilha, apontamento de riscos de preço/exequibilidade, recomendações objetivas e alinhamento com a decisão de ir ou não ir.
Não substituímos o orçamentista da obra na montagem completa da proposta nem garantimos vitória em licitação.